Terrenos em Macaé

Macaé se desenvolve a cada dia e a procura por terrenos aumenta

Macaé é uma cidade do Rio de Janeiro que está em constante crescimento e com isso mais e mais pessoas estão à procura de terrenos em Macaé para comprar. É uma cidade que não deve nada a nenhuma capital do país. Podemos encontrar excelentes escolas, hospitais, aeroporto, etc e sem contar com as inúmeras oportunidades de emprego.

Alguns acreditam que seja uma ótima oportunidade para construir suas próprias casas mas outros estão com um olhar mais à frente e veem na compra de terrenos um excelente negócio para investimento. Ainda mais se for em Macaé pois áreas que hoje podem ser pouco valorizadas, a tendência é que sejam muito valorizadas.

Ainda há uma dúvida sobre comprar ou não um terreno, construir ou comprar uma casa já pronta. É claro que terrenos têm suas vantagens e desvantagens e cabe a você decidir o que realmente deseja. Você precisa observar como é a topografia do terreno pois senão ainda vai ter um gasto com terraplanagem, por exemplo.

E se chegar à conclusão de que vale a pena sim comprar um terreno, já posso te adiantar que em Macaé você poderá encontrar os mais variados terrenos, nas mais diferentes localidades.

Se você ainda está um pouco indeciso, vou te falar algumas coisas que talvez te ajudem a pôr em ação seus planos:

  • Primeiramente, ao construir uma casa você gastará bem menos do que comprar uma casa já pronta
  • A casa pode ter a sua cara, você pode planejar exatamente como sonhou
  • Geralmente os terrenos um pouco mais afastados do centro tendem a ser mais baratos
  • Em Macaé, há a possibilidade de comprar terrenos em condomínios fechados que oferecem toda infraestrutura
  • O ideal é que conheça os mais diferentes bairros até saber realmente qual gosta mais
  • Muitas pessoas estão comprando agora e esperar um tempo até se valorizarem para depois vendê-lo
  • Quem sabe comprar um terreno maior, dividi-lo e depois vender os lotes?
  • Pode também construir algumas casas e depois alugar
  • É importante antes de fechar o negócio, conhecer bem a vizinhança como também questões quanto à segurança, proximidade de comércio, como é abastecido de meios de transporte, etc
  • No momento da compra, veja se a documentação está ok. O ideal é pedir ajuda de um profissional da área
  • E certifique-se quanto à idoneidade da incorporadora do empreendimento, caso o terreno seja em um condomínio

Todos nós nos dias de hoje nos preocupamos muito em relação à segurança. Então, em Macaé você vai poder encontrar terrenos em condomínios fechados e dessa forma você e sua família poderão ficar tranquilos. Uma dica super legal é conversar com moradores que já vivem ali por mais tempo. Eles sim poderão tirar todas as suas dúvidas.

Em qualquer situação onde se faz um investimento grande de capital, é necessário fazer um planejamento e analisar direitinho se esse grande passo não lhe trará problemas, principalmente os financeiros.

Tem que ter em mente que durante o período da construção, além dos custos com a obra, você precisará comer, pagar suas contas, talvez um aluguel, etc.

Em Macaé, esse setor imobiliário está voltando a se reaquecer e acredito que seja um bom momento para investir na compra de um terreno. Você pode optar mais próximo do centro ou um pouco mais afastado. Vale a pena conferir!

Tudo vai depender das suas necessidades e qual seu objetivo nessa compra. Caso tenha filhos pequenos, o melhor mesmo seria procurar por um lugar que tenha escolas, mercados como também seja de fácil acesso.

Pesquise o maior número de terrenos e em diferentes bairros. E, com certeza você encontrará o ideal. O retorno futuro está garantido!

Casal brigando

Divórcio e imóveis: qual é a divisão?

O processo de divórcio, mesmo que seja amigável, costuma ser bastante estressante e desagradável para ambas as partes.

A divisão de bens e dívidas do casal gera dúvidas e conflitos, mas tudo isso pode ser facilmente resolvido, em especial se os dois têm consciência prévia do que diz a lei e não buscam informação apenas depois de optarem pela separação.

A divisão de imóveis (e qualquer outro bem e dívida) depende de três itens: pacto antenupcial, regime de casamento ou de união estável e momento em que o bem foi adquirido. Entenda abaixo as possibilidades.

Comunhão universal de bens

O casal que opta pela comunhão universal de bens deve, por lei, dividir tanto o que se tinha no momento do casamento quanto o que foi conquistado posteriormente, não importa por qual das partes. Assim, não importa se o imóvel foi adquirido apenas um dos cônjuges e antes do casamento, pois passa a ser compreendido que aquele é, a partir do casamento, um bem comum.

A mesma prática de divisão vale para as dívidas do casal, de modo que cada um fica responsável por cinquenta por cento do que se deve.

A divisão total de bens não exclui sequer os bens herdados por uma das partes durante o casamento, os quais passam a integrar o patrimônio do casal e entram no processo de partilha.

Comunhão parcial de bens

Trata-se de regime mais comum de partilha de bens, pois os casais costumam julgá-lo mais justo do que a partilha universal.

Neste caso, o casal que se divorcia deve receber exatamente metade de todos os bens conquistados após o casamento. O mesmo vale para as dívidas contraídas no período de matrimônio: metade dela vai para cada um.

A exceção aqui são os bens herdados durante o período de casamento, os quais não são considerados como bem comum do casal e não integram o processo de partilha.

Separação total de bens

A opção dos ricos. Aqui, a divisão é completa, de maneira que cada um tem direito apenas ao que conquistou individualmente, tanto antes quanto durante o casamento, não existindo a concepção de bens adquiridos em conjunto.

Imóveis financiados

Ainda que pareça um problema ter um imóvel financiado quando o amor acaba e o divórcio chega, o problema é de fácil resolução. A prática mais comum é a venda do imóvel e a divisão exata do valor conseguido por ele.

Caso uma das partes deseje permanecer no imóvel, a alternativa mais simples e comum prevê que ela pague pela parte de seu ex, tendo em vista o que os dois pagaram até o momento. Depois, quem ficou com o imóvel assume o restante da dívida.

Os casais optam menos por essa segunda opção porque nem sempre o credor financeiro aceita que o financiamento seja transferido apenas para o nome de uma pessoa. Desse modo, aquele que não pretende ficar com o apartamento ainda tem seu nome ligado a um financiamento, o qual geralmente é de longo prazo.

Caso o casal tenha filhos, abre-se outra alternativa. Pode-se passar o imóvel para o nome da criança, que passará a ter direito a ele assim que completar dezoito anos, e nada impede que um dos cônjuges permaneça morando no imóvel até que isso aconteça.

Pacto antenupcial

O regime em que o casal se casará deve ser escolhido e firmado antes das bodas, por meio de documento registrado em cartório. Caso a casal não opte por nenhum regime, a lei automaticamente insere-os na comunhão parcial de bens.

Há exceções, claro, e nem todos mundo pode escolher. Quem opta por se casar após os setenta anos ou antes dos dezoito não pode, de modo algum, casar-se em regime de partilha total de bens

União estável

Considera-se que todo casal que mora junto há dois anos ou mais está em uma união estável.

O melhor nesses casos também é escolher um regime de partilha de bens, para evitar disputas durante uma possível separação. Um dos parceiros pode reivindicar a partilha dos bens do outro por meio da comprovação de que eles viviam junto há tempo suficiente. Tal comprovação se dá mediante a apresentação de provas e testemunhas.

Melhor evitar dor de cabeça antes da festa, não é mesmo?